top of page

CNC marca presença em Assembleia Extraordinária da Federação dos Cafeicultores do Cerrado


O Conselho Nacional do Café (CNC) esteve presente no último dia 29 de julho, na Assembleia Geral Extraordinária do Conselho de Administração da Federação dos Cafeicultores do Cerrado. Na oportunidade, foram eleitos membros do Conselho Regulador; foi trabalhado o alinhamento das ações em execução do Planejamento Estratégico no primeiro semestre e prioridades para o segundo semestre; houve alinhamento das Declarações Institucionais do Plano Estratégico 2022-2026; dentre outros assuntos.


Silas Brasileiro, presidente do CNC, destacou o papel fundamental da Federação para o desenvolvimento da Região do Cerrado Mineiro. “Estamos comemorando cinquenta anos de atividade na região. Não há instituição que tenha lutado mais pelo Café do Cerrado do que a Federação. O poder de organização que os gestores tiveram no passar dos anos e ainda têm, representados hoje pelo nosso presidente Francisco Sérgio de Assis, o Serginho, promoveram a região à maior produtora de café do mundo”.


Denominação de Origem


Uma Denominação de Origem é um território demarcado por produzir um produto que possui características únicas e que não podem ser encontradas em nenhum outro lugar. A Denominação de Origem da Região do Cerrado Mineiro compreende 55 municípios que produzem um café diferenciado em sua bebida. São cafés com identidade e alta qualidade, resultantes da combinação do clima, solo, relevo, altitude e ‘saber fazer’ de sua gente.


Certificação de Origem e Qualidade


A Federação dos Cafeicultores do Cerrado, por ser a entidade controladora da Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro atesta a Origem e Qualidade dos Cafés por meio da Certificação de Origem e Qualidade que é o que garante que o produto certificado é proveniente de propriedades do território demarcado Região do Cerrado Mineiro. O processo de certificação de Origem e Qualidade Região do Cerrado Mineiro para a avaliação sensorial de qualidade segue a metodologia e protocolo da Associação Americana de Cafés Especias, SCAA.


“Quanto a Origem certificamos a mesma usando o Sistema de Rastreabilidade, o Selo de Origem, Certificado de Origem e Laudo de Qualidade. Como comprovação da Certificação de Origem e Qualidade a Federação dos Cafeicultores do Cerrado fornece o Certificado de Origem e Laudo de Qualidade assinado por um Q-Grader.


O Selo de Origem e Qualidade é o que atesta que o lote comercializado possui a certificação de Origem e Qualidade Região do Cerrado Mineiro, conforme os requisitos estabelecidos no processo de produção. O selo está à disposição de todos os produtores que fazem parte desta Região e que sigam o processo de produção da Denominação de Origem. Para certificar Origem e Qualidade do lote, o produtor deve realizar seu credenciamento junto a uma Cooperativa ou Associação filiada à Federação dos Cafeicultores do Cerrado”, explica o site oficial da instituição.


Os cafés da Região do Cerrado são produzidos por meio de um processo único, tendo como base os atributos singulares da Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro, comprovados e garantidos pela Certificação de Origem e Qualidade. Para atestar tudo isso, o sistema de rastreabilidade da Região do Cerrado Mineiro consiste em uma ferramenta essencial, pois além de atestar a Origem e Qualidade, carrega as histórias dos produtores e todas informações do processo de produção.


Mais informações para a imprensa Assessoria de Comunicação Alexandre Costa – ascomsilasbrasileiro@hotmail.com (61) 3226-2269

Comments


bottom of page