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Semana de boas notícias para o setor cafeeiro


As cotações e a liquidez do café arábica voltaram a avançar no mercado nacional. A subida gradual e constante dos últimos dias dá uma esperança ao produtor de que os preços possam retomar patamares mais remuneradores. É a avaliação que faz o presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro. “Cremos que esse é o resultado entre a oferta e a demanda. Com isso, cresce o indicador de liquidez, que é muito importante nesse momento em que o clima é favorável, e podemos avaliar que seja reflexo da produção que foi apresentada pela Conab”.


Instituto Pensar Agro


Foto: divulgação / CNA


Foi realizada, na terça-feira (24), eleição para o biênio 2023/2025 do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), com a reeleição de Nilson Leitão como presidente da entidade. “Sua experiência e desempenho como Parlamentar competente e brilhante que foi, sua assessoria prestada à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA e o avanço alcançado em sua primeira gestão como Presidente dessa Entidade, nos dá segurança para enfrentar os novos desafios com os quais nos deparamos”, destacou Silas Brasileiro.

As entidades representativas do setor rural, que integram o IPA, dão suporte aos trabalhos da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), hoje integrada por mais de 280 deputados e senadores, de diferentes partidos e ideologias, todos defensores do agronegócio brasileiro.

O presidente do CNC acredita que pelo conhecimento e capacidade de Nilson Leitão, “o Instituto continuará colhendo frutos altamente produtivos para o agro brasileiro como um todo e, sem dúvida, para nosso café”, analisa Silas Brasileiro.


Cecafé no IPA


Foto: divulgação / Cecafé


Silas Brasileiro comentou também a eleição do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) para a diretoria do Instituto. “Além da boa notícia da recondução de Nilson Leitão à presidência do IPA, comemoramos uma participação mais ativa do setor cafeeiro na diretoria que promoverá a presença do Cecafé, representando a exportação. Para a produção é fundamental um setor de exportações forte, pois o que seria de nós produtores se não tivéssemos uma exportação ativa? A atuação da entidade utilizando a expertise de Marcos Matos (foto), diretor-geral do Cecafé, será muito forte”.


Outra ação do Cecafé elogiada pelo presidente do CNC é com relação a estruturação do Programa de Desenvolvimento da Cafeicultura do Espírito Santo. De acordo com reportagem veiculada pela entidade, o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, participou no dia 24, dos debates para a estruturação do Programa, organizado pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) do Estado.


Foto: divulgação / Cecafé


Segundo Michel Tesch, subsecretário de Aquicultura, Pesca e Desenvolvimento Rural Sustentável capixaba, o Espírito Santo discutiu, ao longo dos anos, de forma coletiva, um programa para o desenvolvimento da cafeicultura estadual, o qual chegou a cinco eixos estratégicos e sugestão para o desenvolvimento de 36 projetos até 2030, são eles: foco em governança, sustentabilidade, tecnologia, social e agregação de valor.

“Isso contribuirá para que a produção de café conilon e de arábica capixaba aumente a oferta no mercado. Com o aumento do consumo, que mesmo em momentos de crises globais como guerras, covid-19 e recessão não para de crescer, o Brasil continuará na vanguarda da exportação mundial de café, cumprindo o compromisso de abastecimento do mercado mundial”, analisa Silas Brasileiro.


Meio ambiente


A preocupação com o meio ambiente é permanente dentro das cooperativas associadas ao CNC, haja visto o trabalho da Cooxupé, lançando o sistema de descarte e armazenamento de resíduos líquidos. O Laboratório João Carlos Pedreira de Freitas, da Cooxupé, realiza inúmeras análises conforme demanda dos cooperados. Nesses processos, é necessária a utilização de componentes químicos para análise e mensuração de parâmetros que caracterizam a amostra avaliada. O bom gerenciamento desses resíduos é primordial para impedir a contaminação ambiental do solo, água, animais e seres humanos.

“Isso sim é produzir dentro do princípio da sustentabilidade que o mercado tanto busca”, parabeniza o presidente do CNC.






“Isso sim é produzir dentro do princípio da sustentabilidade que o mercado tanto busca”, parabeniza o presidente do CNC.








Padrão oficial do café torrado


Desde o dia 1º de janeiro, está em vigor a Portaria SDA/MAPA nº 570/22. Esta estabelece o novo padrão de classificação para o café torrado comercializado no Brasil. A norma publicada pelo Ministério da Agricultura foi construída em parceria com entidades do setor, representado pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC).

“A Portaria nº 570/22 promove responsabilidade da ABIC de fazer análise dos cafés torrados e moídos para serem ofertados no mercado. Inclusive destacamos a importância do Selo de Pureza da ABIC, que representa para o consumidor a garantia de que ele está adquirindo um produto dentro das normas e tipos de café, que assegura não só a qualidade da bebida, mas também a pureza do café oferecido os nossos consumidores. Parabenizamos o presidente Pavel Cardoso, o Diretor Executivo Celírio Inácio e toda a equipe da entidade pela conquista”, elogiou Silas Brasileiro.














Fotos: divulgação / ABIC










Semana produtiva


O presidente do CNC avalia como positiva a semana do setor cafeeiro. “Avaliamos que a semana foi muito positiva para a nossa cafeicultura. A produção, representada pelo Conselho Nacional do Café, busca trabalhar em conjunto com a Comissão de Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do segmento da indústria do torrado e moído, da indústria do solúvel, que tem um desempenho extraordinário, e também da exportação. Esse conjunto é que representa a cafeicultura brasileira dentro do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC) e faz com que os nossos produtores, que estão lá no campo, nos lugares mais distantes, possam ter a segurança de que todos em Brasília trabalham, efetivamente dentro do CPDC, para que a nossa cafeicultura seja mais sustentável. Não podemos nos esquecer nunca que precisamos de renda para os produtores, no entanto, o CNC sempre destaca a importância do equilíbrio entre oferta e demanda”, finaliza Silas Brasileiro.


Com informações da CNA / Cecafé / ABIC / Cooxupé


Assessoria de Comunicação CNC

Alexandre Costa – ascomsilasbrasileiro@hotmail.com.br

(61) 3226-2269

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