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CNC participa da elaboração de documento internacional sobre condições de trabalho no setor cafeeiro

  • 1 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

O Conselho Nacional do Café (CNC) está participando ativamente da construção de um documento internacional que apresentará as condições de trabalho no setor cafeeiro, utilizando o Brasil como referência. A iniciativa surgiu após a visita da Sra. Hannelore Beerlandt ao país, promovida pelo CNC, quando ela teve a oportunidade de conhecer de perto a estrutura do setor e se reunir com o Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, sua equipe e auditores fiscais. Na ocasião, chamou sua atenção a organização e a forma como o Ministério conduz e executa as políticas trabalhistas no Brasil.


Como resultado dessa visita, Hannelore propôs a criação de um documento que pudesse servir de modelo para outros países, destacando boas práticas e aprendizados brasileiros. Desde setembro, instituições nacionais e internacionais vêm se reunindo para estruturar o material. Além do CNC, participam da construção a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização Internacional do Café (OIC), a CONTAR e a Cooxupé.


Durante esta semana, ocorreu mais uma reunião técnica para avançar no desenvolvimento do documento, com a participação das seguintes instituições e representantes: pelo CNC, o Presidente Silas Brasileiro e a assessoria técnica; pela OIC, Hannelore Beerlandt, Ariana Ocampo Cruz, Miguel Zamora e Laurent Pipitone; pela OIT, Fernanda Carvalho; pela CONTAR, Laíssa Pollyana Carmo; pelo MTE, Luiz Henrique Ramos Lopes e Guilherme Schuck Candemil; e pela Cooxupé, Natalia Fernandes Carr.


O documento em elaboração apresenta um panorama da cafeicultura brasileira, descreve a estrutura de governança do setor – incluindo o Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC), o papel das cooperativas e a importância da representação de cada entidade.


Também aborda os desafios relacionados às condições de trabalho, como a formalização dos trabalhadores sazonais e destaca iniciativas já em andamento no país, como o Pacto de Boas Práticas Trabalhistas na Cafeicultura que busca orientar os produtores – através de trabalhos educativos buscando uma produção de café sustentável -, e considera que mecanismos de denúncias como o Sistema Ipê e a plataforma Nossa Voz devem ser feitos com eficiência, transparência e responsabilidade para evitar que denúncias vazias, sem procedência, por simples desinteligência entre produtores e trabalhadores (as), possam servir de instrumento para prejudicar a imagem da produção de café do Brasil.


O trabalho segue em fase de revisão e representa um passo importante para consolidar o Brasil como referência global em boas práticas trabalhistas na cafeicultura, quando sugerido pelo CNC, a responsabilização das partes, ou seja, obrigações dos cafeicultores e dos trabalhadores (as).


“O Brasil demonstra, com fatos e com uma ampla articulação institucional, que através do diálogo e um trabalho educativo é possível produzir com compromisso permanente e melhoria contínua, por meio de uma aproximação entre as partes e suas representações, dentro do princípio da responsabilidade social”, afirma Silas Brasileiro, presidente do CNC.



Mais informações para a imprensa

Assessoria de Comunicação

(61) 99999-1570

 
 
 

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