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Liderança da Minasul e conselheiro do CNC, José Marcos assume presidência do INCI

  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

O presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Agroindustrial de Varginha (Minasul), José Marcos Rafael Magalhães, assumiu a presidência do Conselho de Administração do Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração (INCI), que é responsável pela gestão do Museu do Café, em Santos-SP, e do Museu da Imigração, em São Paulo. A indicação e o nome de José Marcos receberam apoio do Conselho Nacional do Café (CNC), entidade na qual ele atua há anos como conselheiro titular.


José Marcos tem passagens por instituições de peso como a Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Fundação Dom Cabral, além de uma bagagem internacional em pólos globais de destaque. Ao longo dos anos, ele tem liderado iniciativas voltadas à inovação tecnológica, à transformação de culturas organizacionais e à digitalização de processos — tanto no universo agroindustrial quanto no setor de telecomunicações. À frente da Minasul, lidera frentes de modernização, expansão de mercados e valorização do produtor. Essa bagagem gerencial caminha lado a lado com sua atuação institucional no CNC, onde participa ativamente dos debates políticos e econômicos que definem os rumos da atividade no país. Agora, ao assumir a governança do INCI.


Para o presidente do CNC, Silas Brasileiro, a chegada de José Marcos à liderança do instituto coroa uma trajetória de dedicação em defesa dos interesses dos produtores e da memória cafeeira, “a escolha do José Marcos para presidir o INCI é o reconhecimento justo de uma liderança que une a visão empresarial moderna do cooperativismo à profunda paixão pelas nossas raízes. Ele tem sido um conselheiro extraordinário no CNC, sempre equilibrando a defesa do cafeicultor com a construção de pontes para o desenvolvimento do setor. Ter a sua voz e a sua competência à frente de uma instituição tão relevante para a memória cafeeira nos enche de orgulho”, destacou Silas Brasileiro.


A conquista consolida ainda mais a representatividade do setor cafeeiro em espaços estratégicos de preservação histórica, reforçando o compromisso de lideranças que honram tanto o futuro quanto o legado construído pelas famílias que moldaram a agricultura e a imigração no Brasil.



Foto: Divulgação

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Assessoria de Comunicação

 
 
 

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